
Torre de Gálata
A torre de uma colónia estrangeira que ficou dentro da cidade que a cercava.
- Construído1348, pelos genoveses
- BairroBeyoğlu
Gálata era território genovês, do outro lado do Corno de Ouro, com muralha própria. A torre era o ponto mais alto dessa muralha. O resto desapareceu; ela ficou.
A vista do topo é a que aparece em quase todas as fotografias de Istambul: a península histórica em frente, com as mesquitas desenhadas contra o céu. A fila pode ser longa — vale mais vir logo na abertura ou perto do fecho.
A rua que sobe até ela está cheia de lojas de instrumentos musicais, o que é uma herança do bairro e não um cenário.
O que procurar
- A vista de trezentos e sessenta graus do terraço: península histórica em frente, Bósforo à direita, Corno de Ouro à esquerda.
- A rua Galip Dede, a subir, cheia de lojas de instrumentos — é o que o bairro faz, não um cenário.
- O que resta da muralha genovesa, em pedaços entre os prédios em volta.
- O mevlevihane, a poucos metros: a casa dos dervixes rodopiantes, hoje museu.
Olhe em volta em 360°

Antes de ir
- A fila pode ser longa. Logo na abertura ou perto do fecho, e não ao pôr do sol.
- A subida final é por uma escada estreita; há elevador até quase ao topo, mas não até ele.
- Trinta minutos, se houver lugar no parapeito.
- De Karaköy sobe-se a pé em dez minutos, ou de funicular se a ladeira não apetecer.
Perto daqui

Bazar Egípcio
Um L de abóbadas junto ao porto, construído para sustentar a mesquita ao lado.
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Torre da Donzela
Um ilhéu no meio da corrente, com dois mil anos de utilidade e uma lenda melhor.
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Balat e Fener
Os bairros judeu e grego da cidade otomana, ainda com as ladeiras e as igrejas que isso deixou.
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