
Grande Bazar
Mais de quatro mil lojas sob abóbadas, e um mapa que ninguém consegue guardar na cabeça.
- Construídoa partir de 1455
- BairroFatih
Começou como dois edifícios de pedra para guardar tecidos, mandados construir logo depois da conquista, e cresceu por cima e à volta durante cinco séculos. As ruas ainda têm os nomes dos ofícios: a dos joalheiros, a dos chapeleiros, a dos fabricantes de espelhos.
Há uma diferença clara entre os corredores principais, feitos para quem passa uma vez, e os hans laterais, onde ainda se trabalha. Regatear é a norma nos primeiros e mal visto nos segundos.
Fecha aos domingos e nos feriados religiosos. Um dia de chuva é o melhor momento para vir: está tudo coberto.
O que procurar
- O Cevahir Bedesten, o núcleo original de pedra do século XV, no meio de tudo — o resto cresceu à volta dele.
- Os hans laterais: Zincirli, Çukur — pátios de oficinas onde ainda se trabalha, e onde ninguém o chama para dentro.
- A rua dos joalheiros, Kalpakçılar, que é a espinha do bazar e onde está o ouro.
- Os tetos pintados das galerias principais, que praticamente ninguém olha.
Antes de ir
- Fechado aos domingos e nos feriados religiosos.
- Regatear é esperado nos corredores principais e mal visto nos hans. Comece por metade e pare quando fizer sentido.
- Guarde uma referência para sair: as vinte e duas portas têm nomes e é assim que se volta a encontrar o caminho.
- Um dia de chuva é o melhor momento — está tudo coberto.
Perto daqui

Bazar Egípcio
Um L de abóbadas junto ao porto, construído para sustentar a mesquita ao lado.
Saiba mais
Mesquita de Solimão
A mesquita que Sinan construiu no auge, e a única colina de onde se vê a cidade inteira.
Saiba mais
Santa Sofia
Mil anos a maior catedral do mundo, depois mesquita, depois museu, hoje mesquita outra vez.
Saiba mais
